sexta-feira, fevereiro 03, 2006
recadinho #1
terça-feira, janeiro 31, 2006
fim-de-semana sem carro: o balanço
O curioso é que consegui fazer tudo que havia pensado. Vejamos:
- Sexta à noite, café na FNAC, com direito a boleia até casa;
- Sábado à tarde, lá fui eu para o Chiado ter com uma amiga, acabando a tarde a experimentar os gelados da Ben & Jerry's, os quais recomendo vivamente! O único senão foram as bestas dos adeptos do benfica que me pregaram um susto de morte ao disparar tiros em pleno metro (eu e as histórias subterrâneas...). E nem me lembrava do jogo...
- Sábado à noite (ou ao final da tarde), lá rumo eu de volta a Almada para um jantar com amigos no italiano. A noite terminou num bar aqui da zona, com dois amigos a falarem em hipóteses e de pessoas que eles conhecem, tentando arranjar-me um novo relacionamento amoroso. E eu sem vontade nenhuma para tal...
- Domingo, paguei a factura. Lá fiquei eu em casa agarrado a um trabalho da escola que felizmente acabei a tempo. Valeu o ter visto neve a cair. Pena que não tenha sido mais. É nestas alturas que invejo o local onde a minha irmã está. Acho que andou a fazer lutas com bolas de neve e tudo...
Anyway... Eis que começo uma nova semana com notícias bem agradáveis. Parece que só me entregam o carro para a semana (tipo 3.ª feira). Fiquei tão lixado que me vinguei no cabelo. Mais uma vez, a minha mãe treme cada vez que passo por ela no corredor. Desta vez a coisa foi mais radical...
segunda-feira, janeiro 30, 2006
a performance
Eis as imagens e para quem quiser, um pequeno vídeo.



(fotos by Lchai. Thanks, man!)
Vê aqui o vídeo
sábado, janeiro 28, 2006
irracionalidades
sexta-feira, janeiro 27, 2006
para ti, palco
Hoje voltei a subir para cima de ti. Hoje voltei a sentir as tuas tábuas a quererem fugir-me dos pés. Hoje senti-te. Hoje senti-me. Hoje provoquei sensações. Hoje tive sensações. Hoje fiquei alegre. Agora, sinto a tristeza própria de quem deu algo tão seu aos outros e ficou mais vazio. É o vazio que sinto. É nisso que tu és mau, palco. Estás ali parado à nossa espera, permites que pisemos a tua madeira, que sintamos o teu cheiro e o teu toque e depois, quando o pano desce e voltamos a ser nós, fazes-nos sentir menos cheios. És tu que nos sugas, palco. E é talvez por isso que gostamos tanto de ti...
PS: Hoje apresentei a minha performance na escola. Há imagens e estão prestes a chegar aqui ao blog.
terça-feira, janeiro 24, 2006
madonna@voice mail
domingo, janeiro 22, 2006
quinta-feira, janeiro 19, 2006
uvulopalatQUÊ?
Pois que se pensem em palavras estranhas, que se escrevam no quadro e que se tentem repetir em voz alta. Eis algumas das que deram muito que fazer às línguas aqui do pessoal da turma.
INCONSTITUCIONALISSIMAMENTE
DICLORODIFENILTRICLORETANO
UVULOPALATOFARINGOPLASTIA
Agora é a vossa vez de as ler e repetir. Não custa nada... he he
segunda-feira, janeiro 16, 2006
monday inspirations
Love burns brighter than sunshine
It's brighter than sunshine
Let the rain fall, I don't care
I'm yours and suddenly you're mine
Suddenly you're mine
Brighter Than Sunshine (Aqualung)
Acabou de passar na Radar uma das músicas que, finalmente, fez arrancar o início de mais uma semana depois de um fim-de-semana estranhamente estranho responsável pelos meus medos presentes a cada lembrança. Sim, tenho medo. É estúpida a razão, mas tenho.
sexta-feira, janeiro 13, 2006
desculpas públicas
Conforme pediste, venho por este meio pedir desculpas publicamente, e assim redimir-me, pelo facto desta manhã, durante a aula de Expressões Artísticas Integradas, ter espetado contigo contra a porta do ginásio.
Para quem não está a perceber nada, aqui vai a explicação.
Estavamos a meio de um exercício de treino de confiança, em grupos de dois, no qual um conduzia o outro, que estava de olhos fechados, pela sala. Para quem conduzia, a responsabilidade era evitar choques com os outros elementos da turma ou com um qualquer objecto daquele espaço. Ora, na altura do choque com a porta, era eu que conduzia a Inês e foi quando medi mal a distância e achei que passavamos os dois pela porta de saída. Erro meu, porque de repente espeto com a coitada de encontro à bela da porta. Depois disto, segue-se a repreensão da prof: "Oh Nuno, assim não vale. Não pode ser!". Pois, eu sei bem que aquilo não estava no guião, mas também não foi por mal, caramba!
Inês, desculpas aceites? Espero que sim, porque a prof fez questão de quase me crucificar. Eu sei que podia ter medido melhor a distância... Enfim!
PS: Tá bom assim, miúda? :p
quarta-feira, janeiro 11, 2006
closer to you...
One more chain does the maker make, to keep me from bustin' through
One more notch I scratch, to keep me thinkin' of you
One more notch does the maker make, upon my face so blue
Get along little doggies, get along little doggies
One more smile I fake, 'n try my best to be glad
One more smile does the maker make, because he knows I'm sad
Oh Lord, how I know,
Oh Lord, how I see, that only can the maker make a happy man of me
Get along little doggies, get along little doggies, get along
É uma autêntica canção de embalar. Chama-se The Maker Makes, é cantada pelo grande Rufus Wainwright e é um dos temas da banda sonora do filme Brokeback Mountain. Anseio pela estreia que, no nosso país, está marcada para o início de Fevereiro. Se o filme for tão fantástico como esta música, então temos vício na certa!
terça-feira, janeiro 10, 2006
o mundo segundo Burton

O incrível mundo de Tim Burton foi-me apresentado por um amigo na noite de 25 para 26 de Dezembro de 2000, às 3.00h da manhã, com O Estranho Mundo de Jack. Por razões que agora não interessam nada, relembro essa data e hora com enorme precisão. Talvez por me ter apaixonado pelo filme logo aos primeiros minutos, talvez por ser natal, talvez por ainda guardar em mim uma criança cujos olhos brilham ao ver aquele fantástico mundo. Mas será que é preciso ser criança para que os nossos olhos brilhem ao ver o que Tim Burton faz? Eu cá acho que não.
Depois disso, revi Eduardo Mãos de Tesoura (e só aí realmente despertei para esse filme que anos antes não me tinha dito lá muito) e descobri películas como Vincent (o primeiro filme de animação Tim Burton, datado de 1982), Ed Wood, Marte Ataca! ou, mais recentemente, Big Fish, entre outros. Mas o mundo de Jack Skellington continuava sempre presente como a primeira grande marca que Burton me deixou. E ainda o vejo hoje com o mesmo prazer e com a banda sonora na ponta da língua…
Em 2005, Tim Burton regressa à animação com A Noiva Cadáver que, por razões estranhas, só este sábado consegui ver. E eis-me de novo sentado numa sala de cinema, rodeado de desconhecidos, de boca aberta e olhos arregalados e brilhantes a vibrar com mais uma fascinante história com animação à Burton que nos fascina (a mim, pelo menos) logo nos primeiros segundos. O argumento, longe da originalidade de O Estranho Mundo de Jack, ganha com uma animação plena de surpresas, de bonecos genialmente criados e animados, uma fotografia que faz as personagens brilhar (como os nossos olhos) e com um Tim Burton a mostrar o mundo dos mortos de um colorido que o suposto mundo dos vivos ali não tem. E a música? Mais uma vez, Danny Elfman encarrega-se de uma banda sonora que enche ainda mais o filme e à qual duvido que haja quem resista a abanar-se na cadeira.
A Noiva Cadáver é pura poesia para os olhos, para o corpo, para a mente. Um filme que apetece ver mais e mais. 75 minutos de pura magia, loucura, fantasia e uma realidade da qual apetece fazer parte. Numa palavra: Lindo!
PS: Curiosamente, este foi a primeira vez que fui ao cinema sozinho. Habitualmente levo sempre companhia, mas sábado descobri as vantagens de ir sem ninguém. Posso escolher o lugar que quero à vontade sem estarem ao meu lado a exigir que querem ficar na última fila… Se é para ir ao cinema e gastar quatro euros é para ver em grande e não tipo TV. Ainda mais quando se trata de um filme do Burton…
domingo, janeiro 08, 2006
obrigado, Sr. Nestlé
Obrigado, Sr. Nestlé. É com invenções como a sua que o mundo (e eu) somos mais felizes!
sábado, janeiro 07, 2006
porquês I
Hoje, mais do que nunca, senti isso na pele...
quarta-feira, janeiro 04, 2006
2006: primeira aventura

Bem, esta "aventura" começou no final do ano passado, mas o seu real efeito só se começou a sentir a partir de ontem. Sim, tomei coragem e meti o tão temido aparelho de correcção nos dentes. A imagem (que espero não tenha provocado nenhuma sensação estranha aos habituais leitores) é de um dos brackets (peças coladas aos dentes) e respectivo elástico que, após uma difícil escolha por entre milhares de cores disponíveis, acabou por ser roxo :) E o mais engraçado é que todos os meses posso ir mudando as cores! he he
De facto, a técnica aliou-se à estética e hoje estes aparelhos são muito mais simpáticos e fáceis de usar. E parece-me que bem mais pequenos que aqueles que via há alguns anos. Claro que incomoda ter um corpo estranho na boca, mas nada que não seja suportável. Quanto a dores de dentes felizmente, e após 36 horas de aparelho na boca, não as senti. O mais estranho nestes primeiros dias é comer porque estou sempre com medo que isto saia ou que possa partir algum dos elásticos ou arame. É estranho, sim, mas perfeitamente suportável. Por isso mesmo, aqui fica o meu testemunho. Se necessitarem de correcção não hesitem. Os resultados vão valer a pena. As dores, essas ficam na carteira e conta bancária... :(
terça-feira, janeiro 03, 2006
2006: primeira descoberta

O rapaz da foto chama-se Sufjan (lê-se sufian!) Stevens e é daqueles casos da música que deixei passar ao lado não sei bem porquê. Ou então sei... De qualquer forma, considero-o como a minha primeira descoberta musical de 2006.
O tema Chicago, que rodou na Radar desde o meio do ano passado, despertou-me desde logo a atenção, mas foi daquelas músicas que se manteve anónima durante algum tempo. Voltei a despertar para o cantor (de quem não sabia o nome) com Come On! Feel The Illinoise! outra grande faixa do último álbum de alguém que eu continuava sem saber quem era. A descoberta foi-me trazida pela voz do Pedro Costa (e viva quem percebe de música e ainda tem tempo de ant3na!) num especial dedicado aos melhores de 2005. Dei por mim aos pulos no meio do trânsito a tentar reproduzir no telemóvel o nome que acabara de ouvir. A tarefa seguinte foi conseguir o álbum da forma menos ortodoxa, mas mais económica e rápida. Só hoje ouvi Illinois, o nome do disco que Sufjan Steves editou no verão passado, e considero-o já uma das grandes descobertas do novo ano. Trata-se do segundo trabalho discográfico que o cantor dedica a um estado norte-americano (o anterior disco chamava-se Greetings From Michigan e era, claro dedicado ao Michigan). Na forja estão já outros dois álbuns que homenageiam outros tantos estados da América.
Deixo a sugestão para que descubram, como melhor entenderem, Sufjan Stevens. Para quem não conhece, talvez seja uma boa forma de iniciar musicalmente 2006 e de fazer uma viagem musical pela América musical. E se lá forem mesmo, Sufjan será certamente um bom companheiro de viagem.
segunda-feira, janeiro 02, 2006
2006
Desejo a todos um 2006 cheio de tudo, tendo como base uma vida plena de paz interior, de solidariedade para com os próximos, de amigos, amores...
odiozinhos
domingo, janeiro 01, 2006
menos transparente
quinta-feira, dezembro 29, 2005
lições domésticas
Ass: Um dono de casa (temporário) desesperado e muito chateado!
hold you down

An empty heart looking outside
Goodnight baby, wishes on sand not coming anymore
I pull up a chair in empty surroundings
I miss the way you talk about sunny days that will never be warm
May you rise from the ashes
As lovers we’re drowning in a river so deep
Floods upon me
How could I see and forget
If I can’t hold you down
I am the whole night long
I learned to dim the light, not screen it
And maybe I learned not to live too fast
But each line drove me places where I never aimed to end up
As I miss your charms and you’re not there and I see the stairs
As lovers we’re drowning in a river so deep
Floods upon me
How could I see and forget
If I can’t hold you down
Blind Zero (Can't Hold You Down)
quarta-feira, dezembro 28, 2005
o meu Natal
Quanto às tão esperadas prendas a coisa também não correu bem. Aliás, até correu, mas não foi pelas prendas que senti mais o Natal. É que as pessoas que me rodeiam insistiram em presentear-me, além de um perfume, com cheques FNAC (o que não é mau) e dinheiro (o que também não é nada mau). Por isso mesmo sinto que o meu Natal está agora a começar porque só agora é que vou realmente comprar as minhas prendas.
Depois do Natal aproxima-se a passagem de ano. Tenho alguns convites, mas não sei entre os quais hei-de optar. É que não ligo nada, mas mesmo nada, à data...
sábado, dezembro 24, 2005
porque é Natal
Um Bom Natal para Todos!
próxima paragem: brusca!
Eram 15.05h e seguia numa das carruagens do Metro (cheio até mais não) entre a Baixa-Chiado e o Jardim Zoológico. De repente deu-se uma travagem daquelas tão bruscas e fortes que nos atirou todos para cima uns dos outros. Houve pessoas a cair no chão... Acho que fiquei branco. Os minutos que se seguiram foram de grande tensão para mim, num silêncio estranho para uma carruagem cheia, quebrado apenas pela irónica gravação "Próxima paragem: Parque". Só faltava era que as portas se abrissem no meio do túnel...
Mais calmo, e já com os pés numa estação, liguei a um amigo meu, contando a situação. Fiquei a saber que estas travagens são mais frequentes do que eu pensava... Então e que tal os senhores do Metro alertarem os passageiros para essa possibilidade? É que como eu, houve muito mais pessoas aflitas...
quarta-feira, dezembro 21, 2005
veganistas famosos
Curioso é saber também, segundo um artigo que acabei de ler, que Leonardo da Vinci, Thomas Edison e Charles Darwin, entre outros grandes nomes, eram adeptos de uma alimentação saudável baseada em vegetais. Será preciso mais palavras para defender estas escolhas? Eu acho que não!
terça-feira, dezembro 20, 2005
dúvidas a meio do trabalho #1
segunda-feira, dezembro 19, 2005
ser pendura

Captar momentos como este é uma das vantagens de ir a pendura. Esta foto foi tirada, hoje de tarde, na estrada que vai de Palmela a Azeitão. A barriga cheia de chá preto de côco, com uns goles do chá preto de amêndoa alheio (e de uma mistura estranha dos dois), não tirou a inspiração. Viva o andar a pendura!
Thanks Peco.
domingo, dezembro 18, 2005
...
Hear my name, take a good look
This could be the day
Hold my hand, lie beside me
I just need to say
I could not take a-just one day
I know when I would not ever touch you
hold you... feel you... in my arms... never again...
Pearl Jam (Porch)
sexta-feira, dezembro 16, 2005
quinta-feira, dezembro 15, 2005
poema sonoro
gadjama gramma berida bimbala glandri galassassa laulitalomini
gadji beri bin blassa glassala laula lonni cadorsu sassala bim
gadjama tuffm i zimzalla binban gligla wowolimai bin beri ban
o katalominai rhinozerossola hopsamen laulitalomini hoooo
gadjama rhinozerossola hopsamen
bluku terullala blaulala loooo
Hugo Ball (Gadji beri bimba)
Não, não fiquei louco nem tão pouco me deixei dormir em cima do teclado. As palavras acima transcritas são um excerto de um poema sonoro da autoria de Hugo Ball. O exercício é para que o leiam em voz alta. Tentem e verão a figura que fiz ao lê-lo na aula desta manhã... Depois deixem os vossos comentários.
pouco importa
Pouco me importa o quê? Não sei: pouco me importa.
Alberto Caeiro (Pouco me Importa)
what?
Sinceramente não percebo em que é que se basearam para dizer isto. É que beijar alguém que tenha acabado de comer alho parece-me ser a coisa menos excitante e afrodisíaca do mundo...
quarta-feira, dezembro 14, 2005
resistir
terça-feira, dezembro 13, 2005
santo visa
Dizem que há crise, que as pessoas não compram, mas o certo é que os centros comerciais estão a rebentar pelas costuras. Se o VISA piscasse cada vez que é efectuado um pagamento, não valia a pena os enfeites e as luzes. Aquela luz bastaria para iluminar (e bem!) todo o centro.
Mas o mais grave é mesmo a falta de originalidade das prendas. Na noite de Natal, aquela noite de paz, amizade e distúrbios alimentares, milhares de pessoas, em diversos pontos do país, vão desembrulhar... A MESMA PRENDA!!! Sim, toda a gente compra o mesmo. Basta ficar atento à caixa da FNAC. Filas intermináveis de pessoas com: o DVD dos D'ZRT (algumas com aquilo bem escondido para não causar mau aspecto); o DVD do Gato Fedorento (enquanto imitam para os amigos as piadas do DVD anterior, rindo à parva); o novo livro do Dan Brown (aquele autor que todos lêem e ninguém sabe muito bem porquê).
Olhando para tudo isto, e não querendo entrar em nenhum centro comercial nesta altura (não vão os VISA desatar a piscar e eu ficar ofuscado - seria uma maçada porque não tinha os óculos escuros à mão), anuncio a minha decisão: este ano, as minhas prendas vão ser de fabrico caseiro. É certo que algumas implicam uma ida ou outra à FNAC ou à Fernandes, mas é só por uns momentos (rápidos mesmo). Além de ficarem substancialmente mais baratas, têm a grande vantagem de serem totalmente personalizadas e únicas. Acho que o Natal tem mesmo que ser isso. Mais do que oferecer um produto igual a tantos outros, importa oferecer algo pessoal. As pessoas não são todas iguais, ao contrário do que nos querem fazer querer, e aquelas que me rodeiam vão levar prendas únicas, tal como únicas elas são.
segunda-feira, dezembro 12, 2005
caminhos
domingo, dezembro 11, 2005
quinta-feira, dezembro 08, 2005
leves aborrecimentos
Toda a minha força para ti.
quarta-feira, dezembro 07, 2005
tenho...
in my tree
newspapers matter not to me, yeah
no more crowbars to my head, yeah
i'm trading stories with the leaves instead, yeah
wave to all my friends, yeah
they don't seem to notice me, no
all their eyes trained on the street, yo, oh
sidewalk cigarettes and scenes, (tem-pted)
up here so high i start to shake
up here so high the sky i scrape
i'm so high i hold just one breath here within my chest
just like innocence
(eddie's down in his home)
(oh, the blue sky it's his home)
(eddie's blue sky home)
(oh, the blue sky it's his home)
i remember when, yeah
i swore i knew everything, oh yeah
let's say knowledge is a tree, yeah
it's growing up just like me, yeah
i'm so light the wind he shakes
i'm so high the sky i scrape
i'm so light i hold just one breath and go back to my nest
sleep with innocence...
up here so high the boughs they break
up here so high the sky i scrape
had my eyes peeled both wide open, and i got a glimpse
of my innocence... got back my inner sense...
baby got it, still got it
Pearl Jam - In My Tree
terça-feira, dezembro 06, 2005
paixão com prazo
in Correio da Manhã, 1 de Dezembro de 2005
Depois de ter conhecido este estudo, consigo entender muita coisa. Estes 58 voltuntários devem ser especiais. É que a maioria das pessoas nem chegam a um mês, quanto mais a um ano...
segunda-feira, dezembro 05, 2005
neo-rebanho
sexta-feira, dezembro 02, 2005
rota mantida
quinta-feira, dezembro 01, 2005
ups!
where's the exit?
Onde é que fica mesmo a saída deste edifício? É que já voltava para a cama...
farsas
E o mais giro é voltarmos a estar com essas pessoas e a farsa continuar...
quarta-feira, novembro 30, 2005
é tão bom...
... ir trabalhar à noite depois de um dia inteiro de aulas...
... ir trabalhar logo de manhã, num feriado, em vez de ficar toda a manhã na cama...
... estar vivo e poder fazer todas estas coisas que custam tanto...
terça-feira, novembro 29, 2005
até ontem...
Só queria alguém que me conseguisse mostrar que estou errado...
sábado, novembro 26, 2005
ser exigente?
É ao nível das relações que tenho sentido essa minha exigência. Tudo o que para trás fui deixando terminou da pior forma, fazendo com que, quase automaticamente, crie uma espécie de escudo contra aquele pequeno pormenor que deu cabo da situação, principalmente se a culpa é da outra pessoa. Depois, este pormenor junta-se a todos os outros que por cá habitam, engrossando uma lista de pré-requisitos. Há quem diga que procuro o impossível. Eu não acho. Procuro algo que sei que existe, tão simplesmente porque o que tenho para oferecer é muito e precioso.
Sim, sou exigente. A minha lista é complexa e também ela exigente. Se é bom ou mau não sei, mas a verdade é que, mesmo sem querer, dou por mim a preencher mentalmente a tal lista de pré-requisitos, tal como se preenche um qualquer formulário das finanças, a cada pessoa que vou conhecendo. E perdoem-me a falta de modéstia, mas sei, melhor que ninguém, a minha atitude numa relação, daí a exigência. É que o que tenho para dar não é dado em troca de pequenas coisas. Tem de ser grande, merecer, dar luta, estimular e, acima de tudo, querer receber. Simples, não? ;)
sexta-feira, novembro 25, 2005
frases #2
Marcel Duchamp
quinta-feira, novembro 24, 2005
no way

not trying to make a difference...
stop trying to make a difference...
not trying to make a difference, no way...
PJ
LOL
O meu comentário a isto é só um: LOOOOOOOOOOOL!
quarta-feira, novembro 23, 2005
coisas de blogs
Entre alguns testes cujo resultado não tem nada a ver com aquilo que sou, houve um que até me arrepiou. Tipo: "mas este sou eu!". Foi o teste que revela o que significa a nossa data de nascimento. O resultado está em baixo.
Data: 29 de Agosto (sim, devia ser feriado!)
You have the mind of an artist, even if you haven't developed the talent yet. Expressive and aware, you enjoy finding new ways to share your feelings. You often feel like you don't fit in - especially in traditional environments. You have big dreams. The problem is putting those dreams into action.
Your strength: Your vivid imagination
Your weakness: Fear of failure
Your power color: Coral
Your power symbol: Oval
Your power month: November
PS: Peço desculpa por estar em inglês, mas com o avançado da hora não apetece traduzir...
terça-feira, novembro 22, 2005
arte
do Lat. arte
s. f., conjunto de preceitos ou regras para bem dizer ou fazer qualquer coisa;
Definição parva que só pode ter sido escrita por um comum mortal e nunca por um criador. É que este, ainda que imortal, não gastaria o seu precioso tempo a defini-la.
segunda-feira, novembro 21, 2005
monday wake-up
Corduroy, dos Pearl Jam, acabou de passar na Radar. A dose de energia que me faltava para finalmente abrir os olhos. Graaaaande som!
the waiting drove me mad...
you're finally here and i'm a mess
i take your entrance back...
can't let you roam inside my head
i don't want to take what you can give...
i would rather starve than eat your bread...
i would rather run but i can't walk...
guess i'll lie alone just like before...
i'll take the varmint's path...
oh, and i must refuse your test
a-push me and i will resist...
this behavior's not unique
i don't want to hear from those who know...
they can buy, but can't put on my clothes...
i don't want to limp for them to walk...
never would have known of me before...
i don't want to be held in your debt...
i'll pay it off in blood, let i be wed...
i'm already cut up and half dead...
i'll end up alone like i began...
everything has chains...
absolutely nothing's changed
"take my hand, not my picture," spilled my teacher (spilled my tincture)
i don't want to take what you can give...
i would rather starve than eat your breast...
all the things that others want for me...
can't buy what i want because it's free...
can't buy what i want because it's free...
can't be what you want because i'm...
why ain't it sposed to be just fun
oh, to live and die, let it be done
i figure i'll be damned, all alone like i began...
it's your move now...
i thought you were a friend, but i guess i, i guess i hate you..
Corduroy - Pearl Jam
domingo, novembro 20, 2005
dia cinzento :)
É bom estar em casa num dia como este. Mesmo tendo pela frente uma tarde dedicada a um trabalho sobre ecologia e saúde pública, sabe bem sentir a chuva a bater nos vidros. Sabe bem o abrigo e o conforto que a nossa casa, especialmente nestas alturas, nos oferece. Em dias como estes, parece mesmo que os nossos problemas e medos se diluem nas gotas de água que correm lá fora. É bom, isso. Sabe bem.
Numa tarde deliciosamente chuvosa e cinzenta, a melhor banda sonora. A minha recomendação, a rodar com alguma insistência aqui por casa, vai para Jazzanova Mixing, da editora alemã Sonar Kollektiv. E vivam os dias assim.
sexta-feira, novembro 18, 2005
provocar, criticar, contestar…
Temos liberdade hoje em dia, ou pelo menos é isso que nos fazem crer, mas a vida vai-nos ensinando que, muitas vezes, o melhor é ficar calado porque as represálias estão ao virar da esquina. E não me venham dizer que não, porque é verdade. Elas existem. E quando podem comprometer um emprego ou uma outra situação importante, o silêncio acaba por vencer. Eu próprio já senti isso, mesmo aqui no blog onde já me censurei a mim mesmo, evitando dizer algo que pudesse ferir quem aqui venha. Mas será isso correcto?
Cada vez mais sei que não. A apatia, a aceitação ou o conceito do “yes-man” não fazem parte da minha forma de ser e estar, apesar de, em ambiente laboral, por exemplo, a nossa atitude ter que ser mediada entre aquilo que somos e aquilo que temos que ser. É quase esquizofrénico, eu sei, mas é a única forma de não sermos cilindrados por um sistema que se diz livre.
Mas e na esfera privada? Se sou livre para fazer/dizer o que quero, porque não fazê-lo? É esta dúvida que me tem assolado nos últimos tempos. Provocar ou não provocar? Criticar ou ficar calado? Contestar ou aceitar? Hoje tudo se tornou mais óbvio. Contestar, provocar e criticar é importante. Nada de ficar calado ou engolir sapos. Já bastam aqueles que temos que meter goela abaixo só porque tem que ser. É boa a sensação de alívio e de dever cumprido quando contribuímos para algo ou colocamos em discussão um qualquer assunto, sem significar com isso a simples lavagem de roupa suja ou sem querer insinuar que devamos criticar tudo o que nos apetece só por “dá cá aquela palha”. Mas é importante falar, criticar, pôr em causa o que está estabelecido. É importante sonhar em ir mais além, pensar que as coisas podem mudar, porque elas podem mesmo mudar se para isso trabalharmos. Tarefa árdua, caramba se é, mas vale tanto a pena dar à vida um significado e fugir do rebanho massificado que alguém insiste em manter debaixo de olho…
quinta-feira, novembro 17, 2005
palavras, pensamentos, poetas...
Al Berto
Não sei que poder têm os poetas, escritores, pensadores deste mundo, mas parece que conseguem entrar na nossa cabeça e colocar em palavras aquilo que queremos dizer de um modo mais conciso, eficaz... belo. Seres iluminados, quanto a mim. Pessoas especiais e completamente fora do nosso mundo. E que bom é poder fugir do mundo...
As palavras de Al Berto são duras, eu sei. Podem, inclusivé, ofender, mas o que é a Arte sem rebeldia?
quarta-feira, novembro 16, 2005
frases
Clara Pinto Correia
segunda-feira, novembro 14, 2005
Sintra revisitada





sexta-feira, novembro 11, 2005
não vivo em vão
Já escrevi bem
Uma canção.
É engraçado como estas palavras de Pessoa traduzem tão bem uma manhã atribulada. Cheguei ao limite. Já dei o meu contributo. Já disse o que queria. Querem aceitar, aceitem. Não querem, ignorem. Eu, pelo menos, sei que não vivo em vão.
quarta-feira, novembro 09, 2005
dose diária de narcisismo #1
terça-feira, novembro 08, 2005
breaking the rules
We’re just too busy
Always making predictions
Never make an exception
To the rules
Quem o diz é Roisin Murphy em The Closing Of The Doors. Música perfeita para um dia sim. Tão sim que nem a tarefa menos criativa e plena de regras, a convidar a evasões mais ou menos excepcionais, parece afectar.
O tempo convida a fugas. Este cinzento que vejo pela janela, a enquadrar uma também cinzenta capital, faz-me querer ir para casa, para junto da lareira, e ali ficar toda a tarde a ver filmes. Mesmo que sejam aqueles das tardes de domingo. Não importa. Hoje o dia é sim. Já o de ontem foi. Qualquer coisa que venha, desde que não trágica, vai saber a algodão doce...
voltas e voltas...
And here we are, in front of them again.
The Gift (Front Of)
segunda-feira, novembro 07, 2005
are you near?
Are you near?
(The Gift)
sábado, novembro 05, 2005
vale a pena?
Vale a pena não dormir, não comer, não fazer?
Vale a pena dar, voltar a dar e dar de novo?
Vale a pena abdicar do nosso tempo, das nossas coisas, de nós?
Vale a pena fazer as coisas com gosto, usar do nosso esforço e suor?
Vale a pena esperar, ter paciência, aturar o que ninguém aturaria?
Vale a pena estar ali sempre, ouvir, sarar feridas?
Vale a pena amar incondicionalmente?
Será que vale a pena tudo isto se no fim levamos pontapés e ainda somos chatos?
quarta-feira, novembro 02, 2005
música para chorar
Des Ree - Kissing You: as duas versões - vocal e instrumental - uma logo a seguir à outra;
Enigma - Gravity of Love: sem comentários I;
Rodrigo Leão - A Casa: versão com a Sónia dos The Gift para chorar em português;
Natalie Imbruglia - Identify: sem comentários II;
Roisin Murphy - The Closing of the Doors: parte do álbum Ruby Blue;
Coldplay - See You Soon: música do tempo de Parachutes, mas que não entrou em nenhum álbum da banda. porquê?;
Mafalda Veiga - O Lume: sem comentários III;
Bush - Letting the Cables Sleep: sem comentários IV;
Tori Amos - Winter: sem comentários V;
A Camp - I Can Buy You: sem comentários VI.
Alguém tem mais sugestões?
domingo, outubro 30, 2005
sentimos, crescemos...
Não critico nada disto, sinceramente. Acho saudável, acho bonito, acho romântico. Não se devem esconder os sentimentos atrás de falsos sorrisos e ideias tolas porque, tão simplesmente, sentir é a propriedade que nos distingue dos outros seres. Enquanto que eles agem por instinto, nós agimos por sentimento, por sentir ou não algo. Camuflar o que se sente é, quanto a mim, irracional. Não o faço! E se pensarem bem não é à toa que em qualquer consulta do psicólogo somos "obrigados" a relembrar as coisas que mais doem.
Os sentimentos são para estar vivos, sejam eles bons ou maus, tragam alegria, tristeza, melancolia ou saudade. São eles as verdadeiras e reais lições. É com eles que crescemos. É com eles que vivemos e será com eles que fecharemos as páginas anteriores da nossa existência, iniciando o parágrafo seguinte, numa nova página, com outro fôlego.
PS: Engraçado. Este foi o texto que mais depressa escrevi aqui no blog. Não teve nem uma correcção. Ele há coisas...
sábado, outubro 29, 2005
coisas que se ouvem...
Logo pela manhã, para acordar a caminho do trabalho, mais duas pérolas do "bom" português que se vai ouvindo por algumas das nossas rádios.
segunda-feira, outubro 24, 2005
desabafos #1
sexta-feira, outubro 21, 2005
perguntas #1
Desde que a minha irmã se casou, esta é a pergunta que mais me têm feito. Mas que mania é esta de pensar que todos temos que seguir o mesmo caminho ou o percurso dito "normal". E o pior é que já não encontro forma de dar desculpas "politicamente correctas"...
Para que saibam: Casar, NÃO MESMO! argh!
quinta-feira, outubro 20, 2005
a vida é injusta
Já uma pessoa não pode dar nas vistas, bolas! A vida é injusta!
ângulos
Olha que isto até podia dar um ditado popular todo catita... Enfim. Tudo isto a propósito das praxes a que hoje assisti. Quando fui praxado até achei piada à coisa e fui numa de "já que aqui estou, vamos lá ver o que é que isto vai dar". E deu. Diverti-me mesmo! Hoje, de um outro ângulo, achei a praxe a coisa mais parva do mundo. Sinceramente, e que me desculpem os meus colegas praxistas, o que é aquilo, heim?
segunda-feira, outubro 17, 2005
reciclar, usar...

E se este saco fosse para… Usar como chapéu de sol Embrulhar um presente Fazer uma máscara de carnaval Apontar números de telefone Guardar cartas de amor Pôr terra e plantar uma árvore Pôr a roupa suja Apanhar flores do jardim Arrumar a sala em 5 minutos Muitas pipocas Ouvir o mar Guardar discos de vinil Fazer um piquenique Recolher papel velho Mudar de casa Acender uma fogueira Reciclar a sua vida?
in saco do ikea/experimenta design 2005
Um saco é apenas um simples exemplo de como somos hábeis a usar objectos para efeitos diferentes daqueles para os quais foram criados. Com os objectos, a ideia pode até funcionar. Com as pessoas, não! Então, porque é que há quem insista em usar-nos para propósitos diferentes daqueles que seriam desejáveis? E porque é que insistimos em nos deixarmos usar?
domingo, outubro 16, 2005
frases
Há frases que surgem no momento certo, traduzindo tão bem o que sentimos. Esta foi dita pela Natalie Imbruglia no concerto do Freeport. Acabei por não ir. Paciência. A vida pode esperar.
Thank's V.
quarta-feira, outubro 12, 2005
freak-show de luxo

Há muito que queria ver "A Ilha". Não porque o género de filme me interesse por aí além, mas antes pelo assunto abordado – a clonagem – uma das discussões actuais que mais me fascina e intriga e me faz questionar acerca dos avanços tecnológicos. Será que é necessário ir tão longe?
No filme, a forma como se aborda o tema é, sem dúvida, inovadora. Tudo se passa numa colónia de clones que são uma espécie de reserva para pessoas ricas e sem escrúpulos, que ali têm uma cópia fiel de si mesmos não vá o diabo tecê-las e ser necessário um qualquer órgão ou uma sempre importante (ironia!) revitalização cutânea... Tudo a troco de uns escassos milhões de dólares. Coisa pouca para quem aspira a vida eterna. A verdadeira feira das vaidades. Um "freak-show" de luxo.
Tudo isto não me teria feito pensar tanto se a clonagem fosse ainda algo de muito virtual. Acontece que não é. Assusta-me a ideia de que, da mesma forma que se fazem operações plásticas e afins, possam vir a existir pessoas que usem a vida de seres humanos em beneficio de futilidades. Se hoje já é possível criar-se pele humana através destes métodos, até que ponto é que a coisa não descamba para algo mais macabro, tal como o filme relata? Temo que, da mesma forma que génios como Júlio Verne conseguiram antever o futuro, este mesmo filme possa a vir tornar-se numa realidade. Até onde vai a ambição do homem de ser mais e melhor? Quando vai parar a mania de nos tornarmos no ser mais perfeito à face da terra?
É que perfeição só será atingida no dia em que o homem conseguir equilibrar-se com a natureza. Até lá, muitas contas têm que ser acertadas e quem vai pagar a factura deste freak-show de luxo somos mesmo nós...
domingo, outubro 09, 2005
vedetismo 1 - esclarecimento 0
Bonito seria também ter visto uma campanha eleitoral com propostas à séria, com candidatos sérios, com discussões sérias e com debates realmente esclarecedores sobre uma coisa que tem alguma importância (digo eu): a qualidade de vida dos cidadãos que, afinal, pagam os ordenados aos senhores que deviam zelar por essa mesma qualidade. Depois de mais de 15 dias a ver discursos, apertos de mão, beijos, peixeiras, políticos a dançar e a cantar, sinto-me exactamente na mesma. O vedetismo ganhou ao esclarecimento das populações.
Amanhã vou votar, claro. Jamais o deixarei de fazer porque é um dever cívico e uma forma de nos expressarmos. Se há tanta gente a manifestar-se por aí, aproveitem e usem esta forma legal para mostrar que pensam de tudo o que está a ser feito em Portugal. Se a mudança é necessária, ela começa em cada um de nós com pequenos (grandes!) gestos. A praia e os centros comerciais podem esperar.
quinta-feira, outubro 06, 2005
last night
Quanto ao tema, chama-se The Waves e é interpretado pela italiana Elisa. Leiam a letra, descubram a música e deliciem-se. Vale mesmo a pena!
Thanks PECO, you bitch! :p
I'll get away, get in the car
I'll reach the shore before sunrise
And I'll watch the moon and stars
I'll tell them everything about us
I left last night
I reached the shore
Trying to find everything I lost
In a thousand waves
A million waves
Still, somewhere I am sure
That I will see your face
I will see you there
Morning sun
Before you will rise
Before you'll come and shine again on us
Let me find, let me find, let me find
Some comfort in the night
Cause I don't mind what I've lost
I've reached the shore
And nothing ever changed
In a thousand waves
A million waves
Oh still I look for love
And all I see is your face
So I come back home to you
I bleed but I'm choosing you again
I'm done but I'm ready to begin
terça-feira, outubro 04, 2005
signing out...
Tudo isto porque nos últimos tempos tenho vindo a confirmar algo que à partida já sabia. As palavras via messenger, mesmo que usadas da melhor forma possível, não conseguem transmitir nem 20% daquilo que queremos dizer. O resultado é o contrário aquele que seria de esperar. A conversa acaba por desembocar numa discussão sobre o “sexo dos anjos”. E o pior é que ninguém tem razão porque se um não quis dizer algo de certa forma, quem está do outro lado também não tem culpa de interpretar livremente o que acabou de ler. E porque discutir em forma de texto é das coisas mais parvas que conheço, além de que é uma falta de respeito e de consideração para as duas pessoas envolvidas, acabo por ficar tão irritado, injustiçado e até mesmo triste que pego no telemóvel na tentativa de explicar que aquela frase não queria dizer isto, mas sim aquilo... Com tudo isto vai-se a espontaneidade que para mim é uma das pequenas formas de humanizar este meio. É que para evitar conversas e frases que possam ser mal interpretadas, acabo por não falar tanto, tendo a resumir a conversa a algo de banal e pouco interessante e já não permaneço tanto tempo ligado como antes. O messenger está a cansar-me e nestes tempos conturbados o que menos preciso é de coisas que me cansem a alma.
Vou encerrar a sessão. Até logo!
sexta-feira, setembro 30, 2005
precisa-se...
Inspiração: Deixa Cair o Inverno - Mesa
quinta-feira, setembro 29, 2005
redemption song
So I looked in your direction,
But you paid me no attention, do you.
I know you don't listen to me.
'cause you say you see straight me, don't you.
On and on from the moment I wake,
To the moment I sleep,
I'll be there by your side,
Just you try and stop me,
I'll be waiting in line,
Just to see if you care.
Did she want me to change?
But I change for good.
And I want you to know.
But you always get your way,
I wanted to say,
Don't you Shiver? Shiver, Shiver
I'll always be waiting for you,
So you know how much I need ya,
But you never even see me, do you?
And this is my final chance of getting you.
On and on from the moment I wake....
Did she want me to change?...
Sing it loud and clear.
I'll always be waiting for you.
Yeah I'll always be waiting for you.
And it's you I see, but you don't see me.
And it's you I hear, so loud and clear.
I sing it loud and clear.
And I'll always be waiting for you.
So I look in your direction,
But you pay me no attention,
And you know how much I need you,
But you never even seen me.
Redenção aceite? ;)
terça-feira, setembro 27, 2005
música para os vossos ouvidos
Amerie – One Thing: Já ouvia esta música há algum tempo na Antena 3, mas só ontem apanhei a Mónica Mendes a dizer o nome da mesma (obrigado M). One Thing é o tema que abre Touch, o álbum editado pela cantora em 2005.
Télépopmusik feat. Ângela Mccluskey – Love’s Almighty: Este tema, a fazer lembrar sonoridades dos filmes de James Bond, foi-me dado a conhecer por um amigo via msn. Ainda durante a primeira audição, consegui saber de quem era a voz feminina e que a faixa pertence a Angel Milk, o último trabalho do colectivo.
Juliet – Avalon: A Radar tem apostado forte neste tema que é o single de avanço de Random Order o primeiro disco de Juliet (Juliet Richardson), uma song-writer natural da Pensilvânia. Um tema viciante e de batidas dançáveis, que recomendo vivamente.
Coldplay – Talk: Por mais que batam em X&Y não o consigo deixar de o ouvir muito tempo. Gosto do som dos Coldplay e não acho que tenha mudado assim tanto deste os tempos de Yellow (e não Shiver) (que até nem é uma música que me fascine muito). Talk é um dos temas do novíssimo trabalho da banda britânica, que roda em powerplay cá em casa.
Mesa – Arrefece: Confesso que ainda não me “vitaminei” com o novo trabalho dos portugueses Mesa, mas gostei desta música desde o primeiro minuto (para já não falar do vídeo).
Elliot Smith – Son of Sam: Não é nenhuma descoberta recente, claro, mas é um grande tema que, mesmo estando tempos sem ouvir, me consegue fascinar tal como da primeira vez. Não é certamente o mais representativo de Elliot Smith, mas pode ser uma boa forma de descobrir este senhor, mais uma das grandes perdas da música contemporânea.
PS: Este era o post que ontem tinha perdido e que voltei a escrever desta vez no word para salvaguardar a coisa.
bah!
Amanhã escrevo de novo e volto a colocá-lo. Vou dormir! bah!
segunda-feira, setembro 26, 2005
...
Uma lembrança para essas pessoas e um obrigado ao destino por nos ter cruzado.
E nem preciso de dizer nomes. Os destinatários sabem que isto lhes é dirigido.
sexta-feira, setembro 23, 2005
vida injusta
A vida é injusta, bolas!
para quê!?
Resultado: um brilhante efeito contrário. Fiquei (e muitos outros) a odiar dias como este...
Inventar novas formas de sensibilizar as pessoas sem colocar em causa a vida e os compromissos a que estão obrigadas é urgente! Pensar no ambiente, além de um dever, é uma causa fulcral, mas a forma como hoje vivemos obriga-nos a pensar de maneira mais terrena e menos idealista. E o pior é que a culpa não é nossa...
quarta-feira, setembro 21, 2005
made in Portugal
à primeira vista
Acho que estas são algumas das minhas maiores dúvidas existênciais. Sempre me questionei acerca disto. Há alguns tempos atrás alguém falava de um autor americano que fez um estudo acerca do amor (eu diria paixão) à primeira vista. Segundo ele, este estranho fenómeno é real e acontece por uma simples razão: se gostamos de alguém ao primeiro olhar é porque a pessoa alvo tem qualquer coisa de semelhante com os nossos pais ou com alguém de quem gostamos anteriormente, seja a forma dos olhos ou do rosto. O nosso subconsciente reconhece a semelhança de um qualquer traço e encarrega-se de nos prender a atenção. A coisa parece realmente muito mecânica, eu sei, mas é perfeitamente compreensível e a partir do momento em que ouvi tal argumento a ideia solidificou-se na minha mente. É realmente possível uma paixão ao primeiro olhar. Já aconteceu comigo, tenho disso consciência, mas o mais estranho de tudo é que, analisando o meu historial amoroso, não consigo de todo encontrar as tais semelhanças...
terça-feira, setembro 20, 2005
coisas que me irritam
- Receber boas novidades amorosas dos amigos (e que bom que é ver os amigos bem) nos dias em que saber que há pessoas felizes só nos faz pensar ainda mais nos nossos desamores;
- Mosquitos a entrar no olho (com tanto sítio com que chocar) quando se vai a alta velocidade em cima de uma BTT (aconteceu-me hoje);
- Ex-amores que nos afrontam com os seus novos estilos de vida, totalmente diversos do tipo de vivências que levavam quando tudo estava bem (será que sou eu que estou mal?);
- Pensar que a culpa das relações falhadas é apenas nossa;
- Esperar por um concerto durante algumas semanas e ver a actuação cancelada a três dias do evento.
Pronto! Não que me sinta melhor, mas pelo menos fica registado. Bah!
rádio no blog (update)
Passo a explicar: a partir de hoje, todas as semanas (se tudo correr bem) vou colocar aqui no blog um ficheiro com uma pequena sugestão musical acompanhada de um comentário. Hoje, disponibilizo o primeiro, ainda em versão de teste, para ver como funcionam as coisas e para ouvir e ler os vossos comentários. (...)
Este foi o post que aqui coloquei ontem. Hoje as coisas mudaram de figura porque isto de disponibilizar música na Internet é mais complicado do que eu julgava. Li algures que se colocassemos apenas um excerto da música que não havia qualquer tipo de problema. Foi o que fiz, como sabem. No entanto, hoje liguei para a Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) para esclarecer dúvidas e disseram-me que é totalmente proibido fazê-lo. A Lei é bem clara e basta que um dos sentidos (visão ou audição) reconheça uma qualquer parte da obra para que o sarilho esteja instalado.
Por exemplo, se o senhor Jay Kay viesse a este blog, algo que eu acharia perfeitamente natural, e ouvisse a sua música aqui disponibilizada, poderia ficar chateado porque ninguém lhe havia pedido autorização (aqui para nós, eu até acho que ele ficaria contente por ver elogios à sua obra, mas a Lei e os senhores das editoras é que mandam nisto...) e ainda iria sobrar para mim. Sinceramente, apesar do gozo que me iria dar levar para a frente este novo desafio, não me apetece ter problemas com a justiça.
Assim, por enquanto, a ideia fica em stand by. Vou averiguar a melhor forma de contornar a situação porque quero mesmo levar isto em diante. Até lá, vou aqui colocando as sugestões em formato texto (até ao dia em que tenha que pagar para usar os nomes dos artistas e dos respectivos títulos das músicas...). Se alguém me souber ajudar, melhor ainda!
Agradeço todos os comentários que aqui deixaram. Foram fenomenais e deram-me força para continuar com esta ideia. Um grande obrigado a todos!
quarta-feira, setembro 14, 2005
boas vibrações

Chama-se Dynamite e é a nova e explosiva aventura musical de Jay Kay e companhia. Os Jamiroquai lançaram o álbum no passado mês de Junho, mas confesso que só agora decidi dar-lhe a devida atenção, talvez pelo facto do single de abertura não me ter entusiasmado assim tanto. Quando as rádios começaram a passar Seven Days in Sunny June, a segunda faixa a ser extraída do álbum, a coisa mudou de figura. Aquela viola acústica inicial conquistou-me aos primeiros segundos de tal forma que disse a mim mesmo: "tenho que ouvir este álbum. E depressa!" Desde domingo não faço outra coisa e, por isso mesmo, fica aqui a recomendação para irem à loja mais perto de vós ou deslocarem o rato até ao programa de download mais próximo.
Bons momentos do álbum: Seven Days In Sunny June, Don't Give Hate a Chance, World That He Wants e Time Won't Wait.
Não é apenas do álbum, mas o facto é que desde domingo me sinto como há muito não me sentia. Acho que as boas vibrações de Dynamite passaram dos phones para mim. E não foram só elas... ;)
domingo, setembro 11, 2005
wake me up when the revolution starts
Vou dormir. Acordem-me quando a revolução começar, por favor!
relato das férias
São Pedro de Moel (zona de Leiria), o sítio onde rumei e cujas fotos já aqui coloquei, é uma terra completamente à parte. Assim que se entra na vila nota-se logo algo diferente, desde a calma ao tipo de pavimento da estrada quase a indicar que acabamos de entrar num outro mundo. E que outro mundo. A zona é cara o que acaba por seleccionar à partida o tipo de pessoas que ali param. Não que eu tenha algo contra quem não tem dinheiro ou posses (até porque eu também não ando muito abonado), mas quem lá for consegue compreender o que eu quero dizer. É que durante os 10 dias em que lá estive não ouvi gritos, não ouvi música foleira a sair dos carros que passam na rua e nem os habituais pintas armados em bons que abundam pelas zonas mais urbanas. Vi pessoas normalissimas de todos os tipos e géneros (dos betos (muitos mesmo!!) aos mais alternativos) que estão ali para descansar e ponto final. E acreditem, aquele sítio é perfeito para descansar e esquecer tudo (ou quase tudo...). Longe da internet, da televisão (a parabólica avariou-se lol), do trânsito e da poluição, descansei mais em 10 dias lá do que descansaria um mês inteiro em Lisboa. E nem é preciso inventar coisas para fazer. Com o mar a meus pés, foram muitos os passeios a pé e os quilómetros de bicicleta em pistas próprias ao longo da praia tal como gostaria de ver aqui na margem sul. Estive também em Coimbra :), Conimbriga, Condeixa e dei umas voltas por matas e pinhais onde se podem encontrar árvores notáveis e de interesse público que felizmente ainda não foram atingidas pelo fogo (assim espero que continuem).
Ahh, não me quero esquecer de referir um dos sítios mais fantásticos onde se pode estar a beber café. Chama-se Bambi, já existe há mais de 40 anos e foi recentemente renovado. Fica no meio de um parque cheio de pinheiros, tem um ar muito clean e uma zona da esplanada com sofás brancos onde se pode estar toda a tarde a ler ou a conversar. Este é um daqueles lugares (além do mar e da paisagem) que gostaria de ter trazido comigo...
Em jeito de resumo...
Quilómetros feitos em BTT: cerca de 130
Quilómetros feitos a pé: muitos mesmo!!!
Fotografias: mais de 500
Livros lidos: 2 (ao todo 1200 páginas)
Música ouvida: 12 álbuns completos
Comida: abusei, mas consegui não engordar he he he
Pipocas: muitos quilos ingeridos (é um vício e aquelas eram tão boas...)
Único defeito das férias: estar longe de alguns dos meus amigos
terça-feira, setembro 06, 2005
de regresso





Legenda (por ordem das imagens): São Pedro de dia; São Pedro junto ao Farol com o nevoeiro sempre presente; Café Bambi (todas as cidades deviam ter um café assim...); São Pedro à noite; Um caminho que leva a algumas árvores únicas (felizmente os fogos ainda poupam paraísos como este...).
sábado, agosto 27, 2005
de férias!
Até breve. Boas férias para quem (como eu) só agora as pode gozar.
quinta-feira, agosto 18, 2005
para ti maninha

Nem acredito que já estás casada e longe de mim. Na minha mente fui adiando o acontecimento. Talvez por medo de sentir o que sinto hoje, talvez por não aceitar o inevitável, talvez pelo medo que tinha em te perder. Sou sincero: nunca pensei que iria sentir tanto a tua falta. Nem imaginas como a casa ficou vazia desde sábado. Faltas cá tu, a tua voz, os teus gritos, a tua teimosia, o teu mau feitio que tanto me irrita e tira do sério. Mas afinal, é tudo isso que eu gosto em ti e que te faz a pessoa especial que és e que agora está longe. Sei que tudo isto está muito fresco e que daqui a algum tempo a ferida vai sarar, mas até lá vai ser difícil lidar com a tua ausência repentina, ainda que saiba que estás feliz e a seguir um rumo dito normal.
Nunca pensei estar aqui a escrever isto. Quem nos viu em pequenos estaria longe de imaginar que um dia iria estar aqui a dizer o quanto gosto de ti. Quem sabe da história da bola de berlim, quem sabe como te tratei quando nasceste e outras tantas histórias, se estiver a ler este texto, deve estar de boca aberta. E hoje, 27 anos depois, cá estou eu a dizer o quanto gosto de ti e a falta que me estás a fazer aqui em casa.
Com tudo isto, só consigo ganhar forças sabendo que estás bem. O meu desejo mais profundo é que Deus te ilumine o caminho e que te dê forças para enfrentares os novos desafios que a vida agora te coloca. Eu estarei aqui para te ouvir, para contigo chorar, para rir com os teus disparates, para fazer o papel do irmão mais velho que vai fazer tudo para te continuar a acompanhar e ajudar.
Amo-te maninha. Que tudo isto porque estou a passar tenha como recompensa a tua felicidade.
domingo, agosto 07, 2005
no, this is not for you
like muhammad hits the truth
can't escape from the common rule
if you hate something, don't you do it too...too...
small my table, a sits just two
got so crowded, i can't make room
oh, where did they come from? stormed my room!
and you dare say it belongs to you...to you...
this is not for you
this is not for you
this is not for you
oh, not for you...
Not for you, Pearl Jam
Há músicas que, por vezes, falam por nós. Aqui está uma que reflecte tudo o que me apetece dizer hoje.
segunda-feira, agosto 01, 2005
mais transparente
A voz da Mariza cheira a Portugal, cheira a ser português, transporta em si o melhor que temos, o melhor que somos. Uma voz que mistura o sentimento do Fado e um calor que vem de África, numa combinação que nos embala e nos aquece. Ouvir o Transparente é uma aventura a cada acorde, a cada tom, a cada chorar da guitarra. Logo na primeira música, um poema de Pessoa musicado, sente-se uma daquelas grandezas que nos reduz à insignificância de meros ouvintes. Chorei, fiquei arrepiado, confesso, e sei que isto para muitos pode parecer exagerado ou demasiado parvo, mas quero lá saber. Eu senti e aqui estou a dizê-lo. Se isso vos despertar vontade para ouvir o álbum, fico contente. Se não, paciência.
Depois, é um desfilar de canções que nos beijam e tocam. Pontos altos: Meu Fado Meu, Medo, Há palavras que nos beijam (poema de Alexandre O'Niell) e Desejos Vãos, canção quase épica que fecha o disco.
Longe de ser uma apologia à cantora, este post é o meu grito, quase uma forma de redenção, e, já agora, um conselho para todos aqueles que quiserem aceitar o desafio, pegar no álbum e ouvi-lo com ouvidos e espírito bem abertos. Foi o que fiz e em menos de 24 horas já o ouvi umas 10 vezes. E não cansa. Resultado: ganhei uma imensa vontade de querer ouvir mais. Afinal, é a nossa música, um grito do ser português, uma forma de exaltar o nosso Portugal e a nossa auto-estima que tanto em baixo anda...
E se me perguntarem o que é preciso para gostar de Fado eu respondo: não sei.



