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sexta-feira, setembro 30, 2005

precisa-se...

... alguém que me leia uma história sem eu lhe pedir.

Inspiração: Deixa Cair o Inverno - Mesa

quinta-feira, setembro 29, 2005

redemption song

Em jeito de redenção, e para provar que o meu bom gosto musical não anda por 'becos escuros e sombrios', aqui está a letra de uma grande música (para mim um dos momentos brilhantes dos Coldplay). Fica o conselho para descobrirem Shiver. :)

So I looked in your direction,
But you paid me no attention, do you.
I know you don't listen to me.
'cause you say you see straight me, don't you.

On and on from the moment I wake,
To the moment I sleep,
I'll be there by your side,
Just you try and stop me,
I'll be waiting in line,
Just to see if you care.

Did she want me to change?
But I change for good.
And I want you to know.
But you always get your way,
I wanted to say,

Don't you Shiver? Shiver, Shiver

I'll always be waiting for you,
So you know how much I need ya,
But you never even see me, do you?

And this is my final chance of getting you.

On and on from the moment I wake....
Did she want me to change?...

Sing it loud and clear.
I'll always be waiting for you.
Yeah I'll always be waiting for you.

And it's you I see, but you don't see me.
And it's you I hear, so loud and clear.
I sing it loud and clear.
And I'll always be waiting for you.

So I look in your direction,
But you pay me no attention,
And you know how much I need you,
But you never even seen me.


Redenção aceite? ;)

terça-feira, setembro 27, 2005

música para os vossos ouvidos

Em jeito de serviço público, deixo aqui algumas sugestões musicais que me têm acompanhado nos últimos tempos. Repito, estas são apenas algumas. Leiam, façam a vossa selecção e descubram-nas da forma que melhor vos apetecer. Fico à espera dos comentários.

Amerie – One Thing: Já ouvia esta música há algum tempo na Antena 3, mas só ontem apanhei a Mónica Mendes a dizer o nome da mesma (obrigado M). One Thing é o tema que abre Touch, o álbum editado pela cantora em 2005.

Télépopmusik feat. Ângela Mccluskey – Love’s Almighty: Este tema, a fazer lembrar sonoridades dos filmes de James Bond, foi-me dado a conhecer por um amigo via msn. Ainda durante a primeira audição, consegui saber de quem era a voz feminina e que a faixa pertence a Angel Milk, o último trabalho do colectivo.

Juliet – Avalon: A Radar tem apostado forte neste tema que é o single de avanço de Random Order o primeiro disco de Juliet (Juliet Richardson), uma song-writer natural da Pensilvânia. Um tema viciante e de batidas dançáveis, que recomendo vivamente.

Coldplay – Talk: Por mais que batam em X&Y não o consigo deixar de o ouvir muito tempo. Gosto do som dos Coldplay e não acho que tenha mudado assim tanto deste os tempos de Yellow (e não Shiver) (que até nem é uma música que me fascine muito). Talk é um dos temas do novíssimo trabalho da banda britânica, que roda em powerplay cá em casa.

Mesa – Arrefece: Confesso que ainda não me “vitaminei” com o novo trabalho dos portugueses Mesa, mas gostei desta música desde o primeiro minuto (para já não falar do vídeo).

Elliot Smith – Son of Sam: Não é nenhuma descoberta recente, claro, mas é um grande tema que, mesmo estando tempos sem ouvir, me consegue fascinar tal como da primeira vez. Não é certamente o mais representativo de Elliot Smith, mas pode ser uma boa forma de descobrir este senhor, mais uma das grandes perdas da música contemporânea.

PS: Este era o post que ontem tinha perdido e que voltei a escrever desta vez no word para salvaguardar a coisa.

bah!

Estou furioso! Acabei de perder um post que estava a escrever há algum tempo...
Amanhã escrevo de novo e volto a colocá-lo. Vou dormir! bah!

segunda-feira, setembro 26, 2005

...

Há pessoas tão especiais na minha vida que gostava de as poder pegar ao colo e levá-las para casa de modo a que ninguém lhes fizesse mal.
Uma lembrança para essas pessoas e um obrigado ao destino por nos ter cruzado.
E nem preciso de dizer nomes. Os destinatários sabem que isto lhes é dirigido.

sexta-feira, setembro 23, 2005

vida injusta

Se a meio do trabalho tivermos fome, podemos ir ao bar comer qualquer coisa. Por esta ordem de ideias, caso tenhamos sono, porque é que não podemos dormir?
A vida é injusta, bolas!

para quê!?

Para quê um Dia Europeu Sem Carros onde se apanham filas de trânsito onde habitualmente não as há? Por causa desta treta, hoje gastei mais combustível, contribuí com isso para a poluição e perdi a paciência.
Resultado: um brilhante efeito contrário. Fiquei (e muitos outros) a odiar dias como este...

Inventar novas formas de sensibilizar as pessoas sem colocar em causa a vida e os compromissos a que estão obrigadas é urgente! Pensar no ambiente, além de um dever, é uma causa fulcral, mas a forma como hoje vivemos obriga-nos a pensar de maneira mais terrena e menos idealista. E o pior é que a culpa não é nossa...

quarta-feira, setembro 21, 2005

made in Portugal

É genial a capacidade que os portugueses têm para a arte do desenrrascar, útil em muitas áreas. A língua é uma delas. Lembrei-me disto ao ouvir, agora mesmo, uma colega a proferir e seguinte pérola: "we can buy some flowers just to simbolate"... Lindo!

à primeira vista

O que é que nos faz gostar de alguém que à partida, caso entrasse na nossa vida de outra forma e com outra abordagem, nada iria significar para nós? Que estranho fenómeno é este que nos faz ficar com o coração aos pulos (sim, eu ainda sinto isso), que nos leva o chão, que nos faz sentir um misto de angústia e ansiedade interiores e que nos deixa com um sorriso parvo que nada esconde?

Acho que estas são algumas das minhas maiores dúvidas existênciais. Sempre me questionei acerca disto. Há alguns tempos atrás alguém falava de um autor americano que fez um estudo acerca do amor (eu diria paixão) à primeira vista. Segundo ele, este estranho fenómeno é real e acontece por uma simples razão: se gostamos de alguém ao primeiro olhar é porque a pessoa alvo tem qualquer coisa de semelhante com os nossos pais ou com alguém de quem gostamos anteriormente, seja a forma dos olhos ou do rosto. O nosso subconsciente reconhece a semelhança de um qualquer traço e encarrega-se de nos prender a atenção. A coisa parece realmente muito mecânica, eu sei, mas é perfeitamente compreensível e a partir do momento em que ouvi tal argumento a ideia solidificou-se na minha mente. É realmente possível uma paixão ao primeiro olhar. Já aconteceu comigo, tenho disso consciência, mas o mais estranho de tudo é que, analisando o meu historial amoroso, não consigo de todo encontrar as tais semelhanças...

terça-feira, setembro 20, 2005

coisas que me irritam

Em dia não, falar daquilo que me irrita pode ser que ajude a exorcisar os meus terrores. Odeio:

- Receber boas novidades amorosas dos amigos (e que bom que é ver os amigos bem) nos dias em que saber que há pessoas felizes só nos faz pensar ainda mais nos nossos desamores;
- Mosquitos a entrar no olho (com tanto sítio com que chocar) quando se vai a alta velocidade em cima de uma BTT (aconteceu-me hoje);
- Ex-amores que nos afrontam com os seus novos estilos de vida, totalmente diversos do tipo de vivências que levavam quando tudo estava bem (será que sou eu que estou mal?);
- Pensar que a culpa das relações falhadas é apenas nossa;
- Esperar por um concerto durante algumas semanas e ver a actuação cancelada a três dias do evento.

Pronto! Não que me sinta melhor, mas pelo menos fica registado. Bah!

rádio no blog (update)

Bem, não é bem rádio. É uma pequena experiência que estou a fazer.
Passo a explicar: a partir de hoje, todas as semanas (se tudo correr bem) vou colocar aqui no blog um ficheiro com uma pequena sugestão musical acompanhada de um comentário. Hoje, disponibilizo o primeiro, ainda em versão de teste, para ver como funcionam as coisas e para ouvir e ler os vossos comentários. (...)


Este foi o post que aqui coloquei ontem. Hoje as coisas mudaram de figura porque isto de disponibilizar música na Internet é mais complicado do que eu julgava. Li algures que se colocassemos apenas um excerto da música que não havia qualquer tipo de problema. Foi o que fiz, como sabem. No entanto, hoje liguei para a Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) para esclarecer dúvidas e disseram-me que é totalmente proibido fazê-lo. A Lei é bem clara e basta que um dos sentidos (visão ou audição) reconheça uma qualquer parte da obra para que o sarilho esteja instalado.

Por exemplo, se o senhor Jay Kay viesse a este blog, algo que eu acharia perfeitamente natural, e ouvisse a sua música aqui disponibilizada, poderia ficar chateado porque ninguém lhe havia pedido autorização (aqui para nós, eu até acho que ele ficaria contente por ver elogios à sua obra, mas a Lei e os senhores das editoras é que mandam nisto...) e ainda iria sobrar para mim. Sinceramente, apesar do gozo que me iria dar levar para a frente este novo desafio, não me apetece ter problemas com a justiça.

Assim, por enquanto, a ideia fica em stand by. Vou averiguar a melhor forma de contornar a situação porque quero mesmo levar isto em diante. Até lá, vou aqui colocando as sugestões em formato texto (até ao dia em que tenha que pagar para usar os nomes dos artistas e dos respectivos títulos das músicas...). Se alguém me souber ajudar, melhor ainda!

Agradeço todos os comentários que aqui deixaram. Foram fenomenais e deram-me força para continuar com esta ideia. Um grande obrigado a todos!

quarta-feira, setembro 14, 2005

boas vibrações



Chama-se Dynamite e é a nova e explosiva aventura musical de Jay Kay e companhia. Os Jamiroquai lançaram o álbum no passado mês de Junho, mas confesso que só agora decidi dar-lhe a devida atenção, talvez pelo facto do single de abertura não me ter entusiasmado assim tanto. Quando as rádios começaram a passar Seven Days in Sunny June, a segunda faixa a ser extraída do álbum, a coisa mudou de figura. Aquela viola acústica inicial conquistou-me aos primeiros segundos de tal forma que disse a mim mesmo: "tenho que ouvir este álbum. E depressa!" Desde domingo não faço outra coisa e, por isso mesmo, fica aqui a recomendação para irem à loja mais perto de vós ou deslocarem o rato até ao programa de download mais próximo.
Bons momentos do álbum: Seven Days In Sunny June, Don't Give Hate a Chance, World That He Wants e Time Won't Wait.

Não é apenas do álbum, mas o facto é que desde domingo me sinto como há muito não me sentia. Acho que as boas vibrações de Dynamite passaram dos phones para mim. E não foram só elas... ;)

domingo, setembro 11, 2005

wake me up when the revolution starts

Regresso de férias. Aterro de novo no meu mundo. Ligo a TV. A implusão das torres da Península de Tróia dominam os jornais e têm honras de super transmissões em directo e em simultâneo nos principais canais nacionais. Desligo a TV. Não posso acreditar no que acabei de ver. Os senhores do betão aplaudem o início da destruição de mais um património natural em prol de outros mais abonados que agora vão rumar para o novo sítio da moda: o resort de Tróia.

Vou dormir. Acordem-me quando a revolução começar, por favor!

relato das férias

Dizem que fora dos grandes centros urbanos a coisa é mais fácil. As pessoas são mais calmas, vivem de forma mais tranquila e os dias parecem durar o dobro do tempo. É totalmente verdade. Apesar de não conseguir estar fora do meu ambiente durante muito tempo, eis que, após uns dias (sempre poucos) fora de Lisboa e longe da confusão, consigo provar a mim mesmo tudo aquilo que se diz acerca da vida no campo. As coisas lá são mais calmas. As pessoas parecem mais felizes, mais bonitas e menos gastas.

São Pedro de Moel (zona de Leiria), o sítio onde rumei e cujas fotos já aqui coloquei, é uma terra completamente à parte. Assim que se entra na vila nota-se logo algo diferente, desde a calma ao tipo de pavimento da estrada quase a indicar que acabamos de entrar num outro mundo. E que outro mundo. A zona é cara o que acaba por seleccionar à partida o tipo de pessoas que ali param. Não que eu tenha algo contra quem não tem dinheiro ou posses (até porque eu também não ando muito abonado), mas quem lá for consegue compreender o que eu quero dizer. É que durante os 10 dias em que lá estive não ouvi gritos, não ouvi música foleira a sair dos carros que passam na rua e nem os habituais pintas armados em bons que abundam pelas zonas mais urbanas. Vi pessoas normalissimas de todos os tipos e géneros (dos betos (muitos mesmo!!) aos mais alternativos) que estão ali para descansar e ponto final. E acreditem, aquele sítio é perfeito para descansar e esquecer tudo (ou quase tudo...). Longe da internet, da televisão (a parabólica avariou-se lol), do trânsito e da poluição, descansei mais em 10 dias lá do que descansaria um mês inteiro em Lisboa. E nem é preciso inventar coisas para fazer. Com o mar a meus pés, foram muitos os passeios a pé e os quilómetros de bicicleta em pistas próprias ao longo da praia tal como gostaria de ver aqui na margem sul. Estive também em Coimbra :), Conimbriga, Condeixa e dei umas voltas por matas e pinhais onde se podem encontrar árvores notáveis e de interesse público que felizmente ainda não foram atingidas pelo fogo (assim espero que continuem).

Ahh, não me quero esquecer de referir um dos sítios mais fantásticos onde se pode estar a beber café. Chama-se Bambi, já existe há mais de 40 anos e foi recentemente renovado. Fica no meio de um parque cheio de pinheiros, tem um ar muito clean e uma zona da esplanada com sofás brancos onde se pode estar toda a tarde a ler ou a conversar. Este é um daqueles lugares (além do mar e da paisagem) que gostaria de ter trazido comigo...

Em jeito de resumo...
Quilómetros feitos em BTT: cerca de 130
Quilómetros feitos a pé: muitos mesmo!!!
Fotografias: mais de 500
Livros lidos: 2 (ao todo 1200 páginas)
Música ouvida: 12 álbuns completos
Comida: abusei, mas consegui não engordar he he he
Pipocas: muitos quilos ingeridos (é um vício e aquelas eram tão boas...)
Único defeito das férias: estar longe de alguns dos meus amigos

terça-feira, setembro 06, 2005

de regresso

Depois de umas férias por terras de D. Dinis, estou de regresso ao meu canto e aqui ao blog. Partilho com todos algumas das muitas imagens captadas ao longo de 10 dias. O rescaldo fica para mais tarde. Apresento-vos São Pedro de Moel!











Legenda (por ordem das imagens): São Pedro de dia; São Pedro junto ao Farol com o nevoeiro sempre presente; Café Bambi (todas as cidades deviam ter um café assim...); São Pedro à noite; Um caminho que leva a algumas árvores únicas (felizmente os fogos ainda poupam paraísos como este...).