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quinta-feira, dezembro 29, 2005

lições domésticas

Nunca, mas nunca, mesmo que haja um raio de sol num dia de chuva, estender roupa lá fora. A chuva não tardará a surgir e a molhar o pouco que já estava seco...

Ass: Um dono de casa (temporário) desesperado e muito chateado!

hold you down



An empty heart looking outside
Goodnight baby, wishes on sand not coming anymore
I pull up a chair in empty surroundings
I miss the way you talk about sunny days that will never be warm
May you rise from the ashes
As lovers we’re drowning in a river so deep
Floods upon me
How could I see and forget
If I can’t hold you down
I am the whole night long
I learned to dim the light, not screen it
And maybe I learned not to live too fast
But each line drove me places where I never aimed to end up
As I miss your charms and you’re not there and I see the stairs
As lovers we’re drowning in a river so deep
Floods upon me
How could I see and forget
If I can’t hold you down


Blind Zero (Can't Hold You Down)

quarta-feira, dezembro 28, 2005

o meu Natal

Passou-se mais um Natal e devo dizer que há muito não me sentia tão bem em família (ou com parte dela) na recém-inaugurada casa da minha irmã. Há anos que não tinha um Natal com tanta gente à volta, com música, risos, alegria e os habituais doces e iguarias com os quais a minha irmã encheu a mesa. Pior mesmo foi a viagem de regresso a Lisboa via A8. Senti-me no meio de mais um filme catástrofe (a minha vida ultimamente tem sido mais ou menos isto). Além do trânsito intenso havia de tudo um pouco para dificultar a condução. A saber: noite, chuva, vento, nevoeiro, maus condutores e as escovas limpa para-brisas do carro do meu tio num estado lindo... E logo me calhou a mim ir a conduzir. Coisas de quem não bebe uma gota de álcool...

Quanto às tão esperadas prendas a coisa também não correu bem. Aliás, até correu, mas não foi pelas prendas que senti mais o Natal. É que as pessoas que me rodeiam insistiram em presentear-me, além de um perfume, com cheques FNAC (o que não é mau) e dinheiro (o que também não é nada mau). Por isso mesmo sinto que o meu Natal está agora a começar porque só agora é que vou realmente comprar as minhas prendas.

Depois do Natal aproxima-se a passagem de ano. Tenho alguns convites, mas não sei entre os quais hei-de optar. É que não ligo nada, mas mesmo nada, à data...

sábado, dezembro 24, 2005

porque é Natal

Mais importante que passar o Natal junto das pessoas que nos são queridas, é conseguir alargar o espírito da época aos restantes 364 dias do ano nos quais parecemos estupidamente ocupados com as nossas coisas, sem sequer ter tempo para enviar uma mensagem, fazer um telefonema ou ir beber um café com alguém que nos diz tanto. Por isso mesmo, desejo força para que em 2006 consigamos realmente fazer vários Natais sem olhar para o calendário.
Um Bom Natal para Todos!

próxima paragem: brusca!

Apanhei hoje o maior susto da minha vida. Foi de tal maneira inesperada a situação que me vi de repente no meio de um filme catástrofe (aqueles de qualidade duvidosa, que vendem bilhetes a rodos e que passam nos cinemas pipoca). Até inventei o nome, mas não o vou revelar.

Eram 15.05h e seguia numa das carruagens do Metro (cheio até mais não) entre a Baixa-Chiado e o Jardim Zoológico. De repente deu-se uma travagem daquelas tão bruscas e fortes que nos atirou todos para cima uns dos outros. Houve pessoas a cair no chão... Acho que fiquei branco. Os minutos que se seguiram foram de grande tensão para mim, num silêncio estranho para uma carruagem cheia, quebrado apenas pela irónica gravação "Próxima paragem: Parque". Só faltava era que as portas se abrissem no meio do túnel...

Mais calmo, e já com os pés numa estação, liguei a um amigo meu, contando a situação. Fiquei a saber que estas travagens são mais frequentes do que eu pensava... Então e que tal os senhores do Metro alertarem os passageiros para essa possibilidade? É que como eu, houve muito mais pessoas aflitas...

quarta-feira, dezembro 21, 2005

veganistas famosos

Einstein dizia que o caminho da humanidade nos levaria a uma alimentação mais vegetariana e menos carnívora. Aplausos para o senhor!
Curioso é saber também, segundo um artigo que acabei de ler, que Leonardo da Vinci, Thomas Edison e Charles Darwin, entre outros grandes nomes, eram adeptos de uma alimentação saudável baseada em vegetais. Será preciso mais palavras para defender estas escolhas? Eu acho que não!

terça-feira, dezembro 20, 2005

inocência

Deixamos de ser inocentes no dia em que descobrimos que, afinal, o Pai Natal não existe.

dúvidas a meio do trabalho #1

O que fazer quando, do nada e no meio do corredor que fica frente à sala onde estamos, um colega de trabalho dança ao som seguinte letra por ele cantada: "está a chover homens, Aleluia!"?

segunda-feira, dezembro 19, 2005

ser pendura



Captar momentos como este é uma das vantagens de ir a pendura. Esta foto foi tirada, hoje de tarde, na estrada que vai de Palmela a Azeitão. A barriga cheia de chá preto de côco, com uns goles do chá preto de amêndoa alheio (e de uma mistura estranha dos dois), não tirou a inspiração. Viva o andar a pendura!
Thanks Peco.

domingo, dezembro 18, 2005

...

Hear my name, take a good look
This could be the day
Hold my hand, lie beside me
I just need to say
I could not take a-just one day
I know when I would not ever touch you
hold you... feel you... in my arms... never again...

Pearl Jam (Porch)

sexta-feira, dezembro 16, 2005

wc party



wc party @ jantar de turma
Eu e três gaijas mais lindas e completamente doidas!

quinta-feira, dezembro 15, 2005

poema sonoro

gadji beri bimba glandridi laula lonni cadori
gadjama gramma berida bimbala glandri galassassa laulitalomini
gadji beri bin blassa glassala laula lonni cadorsu sassala bim
gadjama tuffm i zimzalla binban gligla wowolimai bin beri ban
o katalominai rhinozerossola hopsamen laulitalomini hoooo
gadjama rhinozerossola hopsamen
bluku terullala blaulala loooo

Hugo Ball (Gadji beri bimba)

Não, não fiquei louco nem tão pouco me deixei dormir em cima do teclado. As palavras acima transcritas são um excerto de um poema sonoro da autoria de Hugo Ball. O exercício é para que o leiam em voz alta. Tentem e verão a figura que fiz ao lê-lo na aula desta manhã... Depois deixem os vossos comentários.

pouco importa

Pouco me importa.
Pouco me importa o quê? Não sei: pouco me importa.

Alberto Caeiro (Pouco me Importa)

what?

Soube hoje que o alho, além das suas propriedades medicinais, é um poderoso afrodisíaco.
Sinceramente não percebo em que é que se basearam para dizer isto. É que beijar alguém que tenha acabado de comer alho parece-me ser a coisa menos excitante e afrodisíaca do mundo...

quarta-feira, dezembro 14, 2005

resistir

Consegui!!! Estive o dia inteiro agarrado aos estudos, resistindo à forte tentação de ligar a TV para ver o Manuel Luís Goucha e mais os seus fatos fashion. Eu sabia que era capaz de, pelo menos um dia, não ligar o aparelho para gozar com o senhor (que hoje parece ter alugado o espaço de antena todo para ele). A ecologia foi mais forte. E o lanche ao final da tarde no meio dos skaters (que insistiam em voar por cima do pessoal) também...

terça-feira, dezembro 13, 2005

santo visa

Sinto-me realizado! Este fim-de-semana consegui comprar o primeiro presente de Natal. Foi por mero acaso que o comprei, mas está comprado, portanto vale o mesmo do que se estivesse passado uma tarde inteira enfiado num dos labirintos comerciais - quais cogumelos do consumo que nesta altura parecem nascer do nada e de onde menos se espera - às curvas para me desviar das toneladas de prendas que as pessoas insistem em comprar (e com as quais insistem em agredir). A essas pessoas aqui vai o meu recado: "Amigos, eu já percebi a ideia. Eu sei que vou com um simples e reles saco do jumbo nas mãos enquanto vocês carregam prendas gigantes, armados em neo-Cristos, não de cruz às costas, mas de embrulhos. Eu já percebi, senhores, agora NÃO É PRECISO ATIRAREM COM ISSO PARA CIMA, OK? Obrigado! Ahh, e já agora, a minha conta bancária está de boa saúde, obrigado. Agora a vossa... ho ho ho!"

Dizem que há crise, que as pessoas não compram, mas o certo é que os centros comerciais estão a rebentar pelas costuras. Se o VISA piscasse cada vez que é efectuado um pagamento, não valia a pena os enfeites e as luzes. Aquela luz bastaria para iluminar (e bem!) todo o centro.

Mas o mais grave é mesmo a falta de originalidade das prendas. Na noite de Natal, aquela noite de paz, amizade e distúrbios alimentares, milhares de pessoas, em diversos pontos do país, vão desembrulhar... A MESMA PRENDA!!! Sim, toda a gente compra o mesmo. Basta ficar atento à caixa da FNAC. Filas intermináveis de pessoas com: o DVD dos D'ZRT (algumas com aquilo bem escondido para não causar mau aspecto); o DVD do Gato Fedorento (enquanto imitam para os amigos as piadas do DVD anterior, rindo à parva); o novo livro do Dan Brown (aquele autor que todos lêem e ninguém sabe muito bem porquê).

Olhando para tudo isto, e não querendo entrar em nenhum centro comercial nesta altura (não vão os VISA desatar a piscar e eu ficar ofuscado - seria uma maçada porque não tinha os óculos escuros à mão), anuncio a minha decisão: este ano, as minhas prendas vão ser de fabrico caseiro. É certo que algumas implicam uma ida ou outra à FNAC ou à Fernandes, mas é só por uns momentos (rápidos mesmo). Além de ficarem substancialmente mais baratas, têm a grande vantagem de serem totalmente personalizadas e únicas. Acho que o Natal tem mesmo que ser isso. Mais do que oferecer um produto igual a tantos outros, importa oferecer algo pessoal. As pessoas não são todas iguais, ao contrário do que nos querem fazer querer, e aquelas que me rodeiam vão levar prendas únicas, tal como únicas elas são.

segunda-feira, dezembro 12, 2005

caminhos

Inspirado em "bloguices" alheias, e após acontecimentos e notícias que, por acaso, me chegaram ontem aos ouvidos, cada vez mais me convenço de que não vale a pena o esforço de mandar as pessoas à merda. Elas vão mesmo lá ter sem que seja necessário fazer nada.

domingo, dezembro 11, 2005

pensamentos

donec eris felix, multos numerabis amicos

quinta-feira, dezembro 08, 2005

leves aborrecimentos

É incrível como os nossos problemas se transformam em leves aborrecimentos quando alguém próximo de nós, com apenas 22 anos, está entre a vida e a morte.
Toda a minha força para ti.

quarta-feira, dezembro 07, 2005

tenho...

... um novo e diferente look! E a minha mãe assusta-se cada vez que passa por mim aqui em casa. Acho que a senhora nem dormiu bem a noite passada... :p

in my tree

up here in my tree, yeah
newspapers matter not to me, yeah
no more crowbars to my head, yeah
i'm trading stories with the leaves instead, yeah
wave to all my friends, yeah
they don't seem to notice me, no
all their eyes trained on the street, yo, oh
sidewalk cigarettes and scenes, (tem-pted)
up here so high i start to shake
up here so high the sky i scrape
i'm so high i hold just one breath here within my chest
just like innocence
(eddie's down in his home)
(oh, the blue sky it's his home)
(eddie's blue sky home)
(oh, the blue sky it's his home)
i remember when, yeah
i swore i knew everything, oh yeah
let's say knowledge is a tree, yeah
it's growing up just like me, yeah
i'm so light the wind he shakes
i'm so high the sky i scrape
i'm so light i hold just one breath and go back to my nest
sleep with innocence...
up here so high the boughs they break
up here so high the sky i scrape
had my eyes peeled both wide open, and i got a glimpse
of my innocence... got back my inner sense...
baby got it, still got it

Pearl Jam - In My Tree

terça-feira, dezembro 06, 2005

paixão com prazo

De acordo com uma equipa de cientistas italianos, o estado de paixão resulta da presença de uma molécula – a NGF – e tem prazo de validade: dura menos de um ano. Os investigadores italianos encontraram níveis mais altos da molécula no sangue de 58 pessoas que se tinham apaixonado recentemente, do que entre os que mantinham um relacionamento duradouro. Mas um ano depois, nova medição entre os mesmo 58 voluntários revelou níveis da ‘molécula do amor’ semelhantes aos do segundo grupo.
in Correio da Manhã, 1 de Dezembro de 2005

Depois de ter conhecido este estudo, consigo entender muita coisa. Estes 58 voltuntários devem ser especiais. É que a maioria das pessoas nem chegam a um mês, quanto mais a um ano...

segunda-feira, dezembro 05, 2005

neo-rebanho

Compreendo cada vez menos este conceito de neo-rebanho ordeiro, seguindo todo na mesma direcção, sem questionar outros caminhos e atalhos que, provavelmente, nos levam onde não será suposto ir.

sexta-feira, dezembro 02, 2005

rota mantida

É boa a sensação de atravessar uma tempestade e dela sair, sacudindo a água que insiste em nos querer molhar. Depois de uma breve paragem, recuperam-se fôlegos e retoma-se o caminho, voltando à rota traçada.

quinta-feira, dezembro 01, 2005

ups!

Depois de ter colocado o post anterior, notei que usei, no mesmo texto, as palavras "abuso sexual", "crianças" e "jovens", juntamente com as minhas intenções de voltar para a cama. Só espero que isto não me traga problemas com a justiça. É que da maneira como as coisas andam nunca se sabe...

where's the exit?

Ahhh, nada como começar um belo feriado a trabalhar e a escrever sobre Abuso Sexual de Crianças e Jovens... (ironiazinha)
Onde é que fica mesmo a saída deste edifício? É que já voltava para a cama...

farsas

Não percebo (ou então percebo muito bem) porque é que as pessoas insistem em dizer que fizeram o seu trabalho, esquecendo-se que às vezes as informações, aquelas secretas que supostamente não deveriamos saber, vêm ter connosco sem estarmos à espera.
E o mais giro é voltarmos a estar com essas pessoas e a farsa continuar...