quinta-feira, julho 30, 2009
observação
Uma das vantagens da "febre" pela Gripe A é que os portugueses vão, finalmente, saber como lavar as mãos em condições. Pelo menos enquanto a gripe durar...
quarta-feira, julho 29, 2009
diferenças
Disseram-me agora mesmo que em Berlim é fácil andar de bicicleta e que a cidade está muito bem servida de ciclovias. Mesmo quando não as há, as dificuldades são minimas uma vez que os ciclistas são respeitados na estrada. Confesso que não consigo imaginar tal cenário em Lisboa... e nem será pela falta das vias específicas para quem anda de bicicleta...
quinta-feira, julho 23, 2009
música para viciar #35
Simian Mobile Disco - Audacity of Huge
E pronto, agora aqui vai um dos meus últimos vícios. :)
separador
Este texto é apenas um separador. Como não gosto de colocar dois posts seguidos com vídeos - tal poderia revelar uma enorme falta de criatividade - tinha de fazer algo pelo meio. E aqui está. Resta saber qual o assunto. Posso falar do jarro electrico que acabei de adquirir, juntamente com um reforço de chás aqui para casa. Posso falar ainda dos dias que faltam para as férias e ficar deprimido. Ou então posso pousar a cabeça no teclado durante uns segundos. Isso mesmo. Aqui vai!
tgrvffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffff
Pronto. Intervalo feito. Já posso postar outro vídeo.
PS: Mais um post parvo e desnecessário. Enfim.
tgrvffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffff
Pronto. Intervalo feito. Já posso postar outro vídeo.
PS: Mais um post parvo e desnecessário. Enfim.
surpresinha
Lady Gaga - Poker Face (piano version)
E de repente, eis que a senhora me surpreende com esta versão.
terça-feira, julho 21, 2009
montra de prémios
E na secção "fait divers para distrair o povo enquanto se aplicam políticas e se revelam sondagens comprometedoras"... a bela da Gripe A que, a julgar pelas notícias, mantém as pessoas doentes ad eternum...
E eis o país em que vivemos!
E eis o país em que vivemos!
terça-feira, julho 14, 2009
casulos
Bloco de apartamentos em Hong Kong (© Jason Hawkes)
É por estas e por outras que adoro o sossego do meu pequeno prédio de três pisos. Alguém se atreve a imaginar as reuniões de condomínio desta gente? LOL
Via: The Big Picture - Boston.com
terça-feira, julho 07, 2009
música para viciar #34
Basement Jaxx - Raindrops
Descobri esta música hoje de tarde à saída do work. Vício à primeira!
E gosto do vídeo e do ar tribal e do abuso no efeito "espelho".
On the glory afternoons in June I need you
Just like raindrops
You'll feel so good upon my lips
segunda-feira, julho 06, 2009
charada
Pergunta: O que Sintra, um telemóvel, o arco da Rua Augusta e um casal espanhol têm em comum?
Resposta: A minha distracção e, aqui e ali, alguma falta de jeito.
Passo a contar.
Pela primeira vez na vida, perdi um telemóvel. Nunca tal me havia sucedido... até ontem. Foi em Sintra, em plena entrada para o Palácio da Pena, que dei por falta dele. Demos voltas de cão, deixamos o contacto nas bilheteiras, enfim... Durante todo o dia, ligou-se "n" vezes para o meu número, na esperança de que alguém o tivesse encontrado. Resultado nulo!
À noite, já no cinema, a surpresa. Recebemos uma mensagem do meu número (algo esquizofrénico) em espanhol. Saí da sala de cinema e liguei logo para mim mesmo (esquizofrenia ao máximo, aqui). Um casal espanhol, de férias em Portugal, havia encontrado o telemóvel e queria encontrar-se comigo para o devolver. Fiquei radiante, não pelo valor do aparelho, mas pelo conteúdo. Apressei-me a combinar o encontro. A sugestão partiu deles: debaixo do arco da Rua Augusta, às 13h de hoje (segunda). E lá fui eu para um blind-date internacional.
Pormenor importante: a meio da manhã de hoje, tentei ligar de novo para mim mesmo (esquizofrenia rula!) e o telemóvel estava desligado... Pânico! Como iria eu reconhecer o casal espanhol? Mesmo assim, arrisquei e fui à aventura. E ainda bem. Debaixo do arco, estava um rapaz e uma rapariga com o meu telemóvel na mão. Devo ter feito um sorriso tão rasgado ao ver o meu Nokia que a espanhola desatou a rir quando olhou para mim. E lá fiz a troca. Sim, troca. Fiquei com o meu telemóvel e ofereci-lhes um vinho alentejano. Era o mínino...
Com tudo isto fiquei a:
- conhecer quase todos os funcionários do call-center da Vodafone, de tantas vezes que para lá liguei;
- saber que os espanhois não percebem mesmo NADA de português, uma vez que o idioma do meu telemóvel estava alterado para espanhol...
Resposta: A minha distracção e, aqui e ali, alguma falta de jeito.
Passo a contar.
Pela primeira vez na vida, perdi um telemóvel. Nunca tal me havia sucedido... até ontem. Foi em Sintra, em plena entrada para o Palácio da Pena, que dei por falta dele. Demos voltas de cão, deixamos o contacto nas bilheteiras, enfim... Durante todo o dia, ligou-se "n" vezes para o meu número, na esperança de que alguém o tivesse encontrado. Resultado nulo!
À noite, já no cinema, a surpresa. Recebemos uma mensagem do meu número (algo esquizofrénico) em espanhol. Saí da sala de cinema e liguei logo para mim mesmo (esquizofrenia ao máximo, aqui). Um casal espanhol, de férias em Portugal, havia encontrado o telemóvel e queria encontrar-se comigo para o devolver. Fiquei radiante, não pelo valor do aparelho, mas pelo conteúdo. Apressei-me a combinar o encontro. A sugestão partiu deles: debaixo do arco da Rua Augusta, às 13h de hoje (segunda). E lá fui eu para um blind-date internacional.
Pormenor importante: a meio da manhã de hoje, tentei ligar de novo para mim mesmo (esquizofrenia rula!) e o telemóvel estava desligado... Pânico! Como iria eu reconhecer o casal espanhol? Mesmo assim, arrisquei e fui à aventura. E ainda bem. Debaixo do arco, estava um rapaz e uma rapariga com o meu telemóvel na mão. Devo ter feito um sorriso tão rasgado ao ver o meu Nokia que a espanhola desatou a rir quando olhou para mim. E lá fiz a troca. Sim, troca. Fiquei com o meu telemóvel e ofereci-lhes um vinho alentejano. Era o mínino...
Com tudo isto fiquei a:
- conhecer quase todos os funcionários do call-center da Vodafone, de tantas vezes que para lá liguei;
- saber que os espanhois não percebem mesmo NADA de português, uma vez que o idioma do meu telemóvel estava alterado para espanhol...
terça-feira, junho 30, 2009
alice In wonderland
Anseio pelo resultado da soma entre Tim Burton e uma das minhas histórias de eleição: Alice no País das Maravilhas. As três imagens acima, hoje publicadas no USA Today, são bons indicadores do que aí vem. E diz que o Johnny Depp está no seu melhor. Que venha depressa!
Vejam mais aqui.
segunda-feira, junho 29, 2009
quinta-feira, junho 25, 2009
home #10
A chaise-longue é um elemento imperioso para quem ambiciona a languidez hedonista de uma tarde de domingo.
E bastou esta frase da Vera para me convencer ainda mais acerca do tipo de sofá certo para a minha sala. :)
E bastou esta frase da Vera para me convencer ainda mais acerca do tipo de sofá certo para a minha sala. :)
segunda-feira, junho 22, 2009
música para viciar #33
Daniel Merriweather ft. Wale - Change
Some people do it all for money
and some do it all for their love
Some do it all for the glory
Coz nothing else their thinking of
I saw a man in a four door truck
complaining that the price was high
like a well faired man with a smoothie in his hand
saying who ate all the apple pie yeah
quinta-feira, junho 18, 2009
oh!
Nos multibancos, uma mensagem alerta para a necessidade de se rejeitarem as notas manchadas de tinta. Fico triste. E se me apetecer dar uma cor à carteira (e aos meus pagamentos) com umas notas menos cinzentas e mais coloridas? Até dizem que o fucsia está na moda... Oh!
terça-feira, junho 16, 2009
tenho
"tenho aquela que me olha e que olho
e misturamo-nos como brisas e
silêncios e digo tenho aquela que
me vê e ela olha-me e tudo o
que somos é uma partilha uma
mistura e digo diz e aquela que
tenho beija-me num olhar e num
silêncio que não posso dizer"
José Luís Peixoto, "A Criança em Ruínas"
Na prateleira do meu quarto (o antigo, ainda) escondia-se (pouco) este livro que a Lu me deu o ano passado. Já o havia devorado, mas tenho este costume esquisito (ou não) de folhear velhas leituras e descobri-las num outro tempo, num outro estado. Desta vez, foram estas as palavras que me fizeram parar. E parei.
e misturamo-nos como brisas e
silêncios e digo tenho aquela que
me vê e ela olha-me e tudo o
que somos é uma partilha uma
mistura e digo diz e aquela que
tenho beija-me num olhar e num
silêncio que não posso dizer"
José Luís Peixoto, "A Criança em Ruínas"
Na prateleira do meu quarto (o antigo, ainda) escondia-se (pouco) este livro que a Lu me deu o ano passado. Já o havia devorado, mas tenho este costume esquisito (ou não) de folhear velhas leituras e descobri-las num outro tempo, num outro estado. Desta vez, foram estas as palavras que me fizeram parar. E parei.
sexta-feira, junho 12, 2009
dúvida #8
É impressão minha ou o preço da Gasolina Sem Chumbo aumentou consideravelmente? E será também da minha cabeça ou andam todos caladinhos que nem ratos acerca destes aumentos "secretos"?
A minha carteira (e o depósito) ressentem-se. Humpf!
A minha carteira (e o depósito) ressentem-se. Humpf!
quarta-feira, junho 10, 2009
the first!
E este é o primeiro post na minha nova máquina infernal. Ainda me estou a ambientar ao Vista e até agora está a correr bem, embora ache que é um sistema muito "menina". :p
domingo, junho 07, 2009
as seen on tv #1
O incumprimento de horários nos canais portuguses consegue ser, às vezes, bem divertido!
home #9
Os vizinhos.
Uma das dúvidas que tinha nestas coisas da casa nova era como me apresentar aos vizinhos. Os sábios conselhos da Mary John foram uma ajuda fenomenal: apresentar-me apenas quando nos cruzassemos na escada e, muito importante, dar um ar simpático (algo natural em mim :p). Acima de tudo, e segundo a MJ, é importante causar boa impressão para que, quando houver festas lá em casa e as noites forem mais longas e animadas, os vizinhos desculparem: "ah, o moço simpático lá de baixo está a dar uma festa barulhenta, mas não faz mal porque ele é muito atencioso e educado e certamente será apenas hoje".
A estratégia já foi posta em marcha, claro. Através dela conheci o casal do 2.º direito ou esquerdo (não decorei) e uma moça do 1.º andar. Quanto aos vizinhos do lado... bem, quando me cruzei com eles ainda não tinha os conselhos da MJ e apenas os cumprimentei educadamente, mas sinto que a minha vizinha não é de muitas falas, não se mostrando muito disponível, o que reduz consideravelmente as hipóteses de a eles recorrer caso me falte, por exemplo, a Maizena. :p
Uma das dúvidas que tinha nestas coisas da casa nova era como me apresentar aos vizinhos. Os sábios conselhos da Mary John foram uma ajuda fenomenal: apresentar-me apenas quando nos cruzassemos na escada e, muito importante, dar um ar simpático (algo natural em mim :p). Acima de tudo, e segundo a MJ, é importante causar boa impressão para que, quando houver festas lá em casa e as noites forem mais longas e animadas, os vizinhos desculparem: "ah, o moço simpático lá de baixo está a dar uma festa barulhenta, mas não faz mal porque ele é muito atencioso e educado e certamente será apenas hoje".
A estratégia já foi posta em marcha, claro. Através dela conheci o casal do 2.º direito ou esquerdo (não decorei) e uma moça do 1.º andar. Quanto aos vizinhos do lado... bem, quando me cruzei com eles ainda não tinha os conselhos da MJ e apenas os cumprimentei educadamente, mas sinto que a minha vizinha não é de muitas falas, não se mostrando muito disponível, o que reduz consideravelmente as hipóteses de a eles recorrer caso me falte, por exemplo, a Maizena. :p
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